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“Quem guarda, tem”... Parte 2

18 de maro
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Dando prosseguimento às nossas dicas de arquivo de documentos, é preciso destacar que comprovantes de pagamentos, conhecidos como holerites, devem ser guardados por dez anos. O mesmo vale para comprovantes de férias, décimo terceiro e controle de ponto.
O mesmo prazo também vale para recibos oferecidos por profissionais liberais (médicos, dentistas...).
Os comprovantes emitidos em caixas eletrônicos costumam durar pouco tempo. A orientação é fotografar e arquivar digitalmente. Fotocópias também podem ser usadas, mas também costumam apagar. Os extratos bancários devem ser arquivados por um ano. Eles podem comprovar outros pagamentos.
No caso de plano de saúde, arquive sempre os comprovantes do último ano após a data do reajuste. O ideal é manter o arquivo por cinco anos.
No caso dos seguros, mantenha os comprovantes e a apólice por um ano após o término do contrato.
Os comprovantes de aluguéis devem ser arquivados enquanto durar o contrato, e o mesmo vale se o imóvel também tiver taxa condominial. Após o término do contrato, guarde-os ainda por mais três anos. Condomínios devem ser guardados por cerca de quinze anos.
Em caso de perda do comprovante, o consumidor poderá pedir a emissão da 2a via, pois o Código de Defesa do Consumidor prevê que é possível exigir informações do arquivo da contratada. Já notas fiscais não possuem obrigatoriedade de emissão, mas existe aí o princípio da boa-fé. 

 


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