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Daniel Polezi, o técnico que quase levou a Inter à série A3

09 de abril
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Ainda sem ter futuro definido, Daniel Polezzi, em conversa com o O Jornal, contou um pouco sobre sua história no futebol

 

Ele quase levou a Inter à série A3. Daniel Polezzi, técnico do Lobo neste ano, começou como uma “solução caseira” no time, mas ao longo do campeonato levou com bravura a equipe e por muito pouco não conseguiu o sonhado acesso.

Em conversa com o O Jornal, ele contou um pouco de sua história no futebol, os times pelos quais passou e falou também sobre seu futuro, sem fica ou não na Inter para a temporada de 2019.

“Comecei na Inter como jogador em 1988, joguei 2 anos profissional. Depois fui para o Jaboticabal em 1990, hoje extinto, mas formos campeão da série A3 na época. Fui para o São Caetano 1991 e fui bicampeão da A3 lá. Voltei para a Inter em 92 até junho, e no meio do ano voltei para o São Caetano em 92, quando passamos da A2 para a A1. Joguei a série A1 pelo Juventus em São Paulo em 1993, mas precisei passar por uma cirurgia no joelho e me afastei do futebol. Voltei em 1994 para o Jaboticabal para disputar a A3, em 1995 fui para a Francana, onde fiquei os anos de 95,96 e 97. Encerrei minha carreira com 27 anos na Francana, pois meu joelho não ficou bom e precisei parar precocemente”, disse.

Já sem poder jogar, ele resolveu investir em uma escolinha de futebol. “Comecei a trabalhar com escolinha de futebol junto com um amigo, o Marco Aurélio, ali na antiga Associação. Se chamava Primeiro Toque, e depois mudamos o nome para Escolinha do São Caetano, tanto aqui em Bebedouro quanto em Monte Azul Paulista. Mantivemos a escola de 1997 a 2006, disputando diversos campeonatos com alunos de 7 a 17 anos.”

Teve uma breve participação na Inter como técnico, mas depois acabou mudando de função. “Em 2007 fui convidado a treinar a Inter, fiquei 7 jogos e depois houve uma mudança na diretoria, veio outro gestor e fiquei como auxiliar técnico até o final da temporada. A Inter ficou entre os 7 ou 8 melhores colocados. Depois fui para a Prefeitura para trabalhar com as categorias de base da Inter, disputando diversos campeonatos federados no Sub-11 a Sub-20, como funcionário da Prefeitura”, disse.

O convite para ser técnico da Inter veio no final de 2017. “Fui convidado a ser técnico da Copinha, e este ano o presidente me convidou a ser técnico do time profissional da Inter, e entre os 40 times participantes ficamos em terceiro lugar. É claro que gostaríamos de ter ficado entre os dois primeiros e nos classificar, mas é muito difícil. Mas conseguimos fazer um bom trabalho, não com o resultado esperado, mas a melhor campanha dos últimos tempos. Este ano tivemos a chance de começar o trabalho desde o começo, e comprovamos que os pratas da casa podem conseguir bons resultados. Foi só o começo, mas demos um primeiro passo. Mesmo que o trabalho não tenha continuidade no ano que vem, mostramos que pessoas de Bebedouro podem comandar o time com sucesso. Estou aguardando a posição da diretoria, estamos em reunião. A princípio a mesma comissão ficará para a Copa São Paulo, mas para o ano que vem não tenho nada definido ainda”, disse. 


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