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Bebedouro 135 anos: É hora de se reinventar!

16 de maio
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Depois de altos e baixos, é hora das autoridades, das lideranças e da comunidade repensarem Bebedouro, reinventando nossa cidade para um novo ciclo de desenvolvimento

Em 2018, por ocasião do 134º aniversário de Bebedouro, publicamos uma série de textos com o objetivo de incentivar a comunidade a buscar “um futuro melhor para Bebedouro”. Agora, no momento em que a cidade completa 135 anos, já que pouco avançamos na construção de um futuro melhor, insistimos no assunto, pois acreditamos ser necessário não apenas repensar Bebedouro, mas reinventar nossa cidade.
E para a construção de um futuro melhor para Bebedouro é necessário muito mais que boas ideias. É preciso ousadia e coragem, pois chegamos a um ponto onde sem um tranco forte a cidade não sai do lugar, ou seja, remendos e medidas paliativas não são mais suficientes para tirar o paciente da UTI, é preciso um choque significativo, um remédio forte, para trazer o cidade à vida para a partir daí virarmos o jogo.
Para virarmos o jogo de vez, além de dar soluções para os problemas que assombram o nosso presente, precisamos com urgência definir o futuro que queremos e com toda a sinceridade, diante de tudo o que Bebedouro já foi e pode voltar a ser, ficar no básico, se contentando com ruas limpas e remendadas, é pouco e temos a obrigação de elevar a cidade. Para tanto, voltamos a sugerir o velho e sempre bom desenvolvimento.
Desenvolvimento não é apenas uma bandeira ou um conceito utópico, como se fosse algo demais para uma cidade que se acostumou a ficar na mesma ou recuar um pouco. O que sugerimos como priorizar o Desenvolvimento é dar uma guinada forte implementando um ousado projeto de desenvolvimento, ao mesmo tempo que um choque de gestão. 
Embora só um choque de gestão e um ousado plano de desenvolvimento propicie uma reinvenção para Bebedouro, das três ideias que sugerimos em 2018. “Centro Administrativo”, “Plano de Desenvolvimento” e “Choque de Gestão”, infelizmente só a primeira, “Centro Administrativo” chamou a atenção do prefeito e dos vereadores, ficando as duas principais ações, “choque” e “plano”, relegadas ao esquecimento.
Diante da tradição do prefeito e dos vereadores em virarem as costas para os pleitos defendidos por O Jornal como transparência, respeito e eficaz uso dos recursos públicos, poderíamos nos dar como satisfeitos, diante do fato de uma ideia ter sido acolhida, mas o Centro Administrativo, embora extremamente significativo para proporcionar economia para a cidade, reunindo todos os setores da Prefeitura e da Câmara num único lugar, criando um espaço cultural incluindo um novo Teatro  e estimulando o desenvolvimento de um dos setores mais esquecidos da cidade, o setor Sul, não é suficiente para virarmos o jogo por completo, reinventar Bebedouro e iniciarmos um nosso ciclo de desenvolvimento.
Na época alertamos que a ideia do Centro Administrativo poderia ser muito criticada e destacamos que até concordaríamos com os críticos da ideia se ela se limitasse a construção meramente uma nova Prefeitura, mas que na dimensão que estamos sugerindo é muito mais do que isso, pois envolve cultura (Centro Cultural), lazer (Espaço Esporte e Lazer), cidadania (Poupatempo)  e muito mais. A ideia sugerida para o futuro de Bebedouro envolve primeiramente a elaboração e implantação de um ousado plano de desenvolvimento, que contemple utilizar áreas públicas e privadas para a instalação de empresas, proporcionando infraestrutura e um atrativo plano de incentivos, movimentando recursos e gerando empregos. Em paralelo a isso, será feito um choque de gestão, modernizando, revendo e enxugando a improdutiva e inchada máquina administrativa de Bebedouro, implementando as melhores práticas que resultem em metas, indicadores, boas condições de trabalho e um atendimento excelente para os cidadãos.
Quando ressaltamos que fazer o que precisa ser feito para que Bebedouro tenha um futuro exige ousadia e coragem, não estamos nos referindo propriamente a polêmica do “centro administrativo” e sim, no desafio avassalador que é mexer numa estrutura que hoje reúne mais de 3 mil pessoas e ainda tirar dos ostracismo uma cidade de mais de 70 mil pessoas que não sabem, infelizmente, o que é desenvolvimento e o quanto isso traz um gás novo à cidade, movimentando a economia e proporcionando perspectivas para que Bebedouro de uma vez por todas pare de perder seus filhos para outras cidades, pois por falta de oportunidades, os jovens vão embora trabalhar em outras cidades e só passam aqui a passeio para rever os poucos familiares e amigos que por aqui resolveram ficar.
Enxergamos um futuro muito melhor para Bebedouro com ações nestas três frentes: Gestão, Desenvolvimento, e uma nova Bebedouro, personificada numa estrutura reunindo Prefeitura-Departamentos-Câmara e Espaço Cultural-Lazer-Cidadania.


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