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Sindicato realiza assembleia no dia 21 para discutir mudanças no estatuto

20 de fevereiro
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É a segunda assembleia realizada com essa finalidade, e discussão sobre reajuste salarial também está na pauta

O Sindicato dos Servidores Municipais realiza na terça-feira (21 de fevereiro), nova assembleia para debater as mudanças propostas pelo prefeito Fernando Galvão no estatuto dos funcionários, e também as bases para pleitear o reajuste salarial deste ano. É a segunda reunião realizada este ano, e a direção do sindicato espera lotar a casa novamente como na primeira, quando mais de 200 pessoas participaram. 
Uma nova minuta do estatuto teria sido elaborada pela comissão criada para analisar o caso, mas até o fechamento desta reportagem na sexta-feira (15h), ela não foi apresentada. Extraoficialmente, essa minuta só ficará pronta na quarta-feira (22), ou seja, após a assembleia, e não será muito diferente da primeira apresentada. Ou seja, mais uma vez os funcionários públicos municipais podem ser prejudicados caso as mudanças permaneçam da forma como foram apresentadas na primeira vez.   
Sobre o reajuste salarial, espera-se discutir com a categoria o que pode ser proposto. O sindicato teria feito um estudo, mas não quis revelar o percentual que pode ser pleiteado. 
Na primeira assembleia, em 27 de janeiro, Basílio disse que quando a minuta de 78 páginas e 288 artigos foi apresentada, foi informado que havia o prazo de uma semana para que voltasse e decidissem pela alteração ou que propusessem outras alterações, que passariam pelo crivo do prefeito antes de ele enviar o projeto definitivo para votação na Câmara. Segundo o presidente, algumas alterações propostas pela comissão vão prejudicar o funcionário. Uma delas fala sobre a mudança da licença prêmio: o funcionário não terá mais o benefício em dinheiro, só em descanso. “O valor era como o FGTS do trabalhador, que deixava juntar e recebia no final, mas agora não poderá se essa nova regra for aprovada”, afirmou. Outra questão é o auxílio alimentação só para quem está trabalhando - se o servidor ficar doente ou sofrer acidente perde, não tem direito e deixa de receber. A incorporação das gratificações que passará dos atuais 5 anos para 10 anos é outra grande preocupação”, disse Basílio na ocasião. 


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