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Vereador denuncia suposto uso irregular de carro do Semeb

26 de setembro
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Silvinho do Pão de Queijo disse ter visto um dos carros da Secretaria da Educação com uma funcionária no sábado pela manhã, no Centro, fazendo compras

Durante a sessão da segunda-feira (16), o vereador Silvinho do Pão de Queijo (PSDB), fez uma denúncia em seu pronunciamento. Segundo ele, um carro do Semeb (Secretaria Municipal de Educação de Bebedouro), modelo Cobalt na cor cinza, estaria de posse de uma funcionária que fazia compras no comércio da cidade no sábado pela manhã. “Na manhã do último sábado, um carro da Secretaria da Educação, um Cobalt da cor cinza, estava na área central da cidade com uma funcionária que fazer compras em uma loja de variedades. Eu a vi, e vi o carro com a marca da Secretaria de Educação. A funcionária teve uma pressa tão grande quando me viu no local, passou na frente de outras pessoas que estavam na fila do caixa para fazer o pagamento e não pediu nota fiscal, pelo que pude perceber. Achei estranho o carro da Secretaria de Educação, no sábado de manhã, andando pelo comércio. Não conhecia quem dirigia o veículo, mas reconheço que era funcionária do setor. Espero que o Secretário de Educação, o senhor Rodolfo, possa me responder e que ninguém venha dizer que estamos vendo coisas. Foi um fato que presenciei no sábado de manhã, e essa pessoa quando me viu saiu apressadamente, deu pânico nela. Peço ao Secretário de Educação para que faça uma explicação melhor sobre o que esse carro estava fazendo naquele local. Peço esclarecimentos, pois estamos aqui para fiscalizar o que acontece”, disse.
A reportagem de O Jornal enviou e-mail na terça-feira (17), para o secretário Rodolfo Rodrigues e também para sua secretária direta, questionando a fala do vereador Silvinho do Pão de Queijo e abrindo espaço para que ele se manifestasse. Até o fechamento desta reportagem, na quinta-feira (19), não obtivemos retorno.  
O uso de veículos públicos para fins particulares incide no crime de improbidade administrativa. A lei 8.429/92 prevê pena que varia de detenção de seis a dez meses e multa, além de indenização dos prejuízos e danos materiais, perda da função pública e suspensão dos direitos políticos. “Não se pode usar bem público para atender interesses privados”, diz um advogado consultado por O Jornal. 


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