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Chanel impede servidores de se manifestarem com cartazes na Câmara

24 de maro
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Num atentado à democracia, o presidente da Câmara, José Baptista de Carvalho Neto, o Chanel, impediu que sindicalistas fizessem um protesto silencioso utilizando cartazes na Câmara, o que ao contrário do que disse, o regimento da Câmara não proíbe

Mostrando sua forma de liderar, o presidente da Câmara José Baptista de Carvalho Neto, o Chanel, que anos antes humilhou a mãe do atual prefeito Fernando Galvão, Ana Maria Path Galvão Moura, expulsando-a da Câmara, mostrou mais uma vez falta de respeito com as pessoas, impedindo que os funcionários entrassem no plenário da Câmara munidos de cartazes com a alegação de que “feria o Regimento Interno” dos vereadores. 
Após um princípio de confusão, os funcionários entraram e os sindicalistas, entre eles o presidente Lourival Basílio, tiveram que ficar do lado de fora, acompanhando a sessão da escadaria que dá acesso ao plenário. Mas nem por isso deixaram de se manifestar ordeiramente, apenas empunhando os cartazes que levaram. Como a porta é de vidro, ficaram segurando os cartazes, de modo que da tribuna ou de seus lugares, os vereadores vissem frases que não são nada favoráveis a eles, mas que transmitiram o sentimento da maioria dos funcionários. 
“O dono da casa aqui, o senhor Chanel, proibiu a nossa entrada aqui. Disse que é proibido até se manifestar por cartazes na casa dele. É ele quem dita as regras aqui na cidade? Quero saber baseado em que lei que ele vai nos tirar daqui. Estamos sendo impedidos de entrar na Câmara Municipal, vou sair daqui e fazer o Boletim de Ocorrências. Ele quer que a Guarda nos tire daqui de qualquer jeito”, disse Basílio logo no início da sessão. “Ele não está dando o direito dos funcionários serem escutados na Audiência Pública. Ele é conivente com os desmandos do prefeito. Se fosse um regime transparente ele ouviria os funcionários e já colocava em votação até para se livrar logo disso”, disse Mozat Avi, diretor do Sindicato.

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