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2.457 empregos foram gerados em junho em Bebedouro

24 de julho
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Início da safra da laranja faz a cidade bater recordes de contratações

O início da safra da laranja fez Bebedouro mais uma vez se destacar na geração de empregos e, depois dos 2.942 empregos gerados em maio, a cidade gerou mais 2.457 empregos em junho, onde as contratações (3.493), superaram as demissões (-1.036), gerando um dos melhores resultados do Brasil, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Da mesma forma como nos meses de dezembro e janeiro nos destacamos no ranking nacional pelo volume de demissões, costumeiramente nos meses de maio e junho Bebedouro se destaca pelo volume de admissões.
Como já destacamos aqui, nos dois extremos a cidade já não sofre um grande impacto, pois a maior parte das admissões ou demissões não são propriamente da cidade. Embora apareça nos registros do Caged como sendo de Bebedouro por sediar alguns condomínios agrícolas, pessoas empregadas na cultura da laranja em outras cidades são registradas aqui. Assim, no auge da safra, a cidade se destaca pelas contratações, mas só uma parte é efetivamente daqui. No fim da safra, nos destacamos pelas demissões, mas mais uma vez, só uma parte é daqui.
Em junho, Agropecuária (2.528), Comércio (4) e Serviços (30) fecharam o mês com saldo positivo na geração de empregos, enquanto, Construção Civil (-7) e Indústria (-98), apresentaram resultados negativos.
No primeiro semestre de 2017, Agropecuária (5.205), Construção Civil (45), Serviços (200) e Serviço de Utilidade Pública (2) apresentaram saldo positivo na geração de empregos. Comércio (-137) e Indústria (-235), apresentaram resultados negativos. Com o resultado de junho, Bebedouro não só consolidou a reversão do resultado negativo que vinha desde agosto de 2017, mas também se destacou como um dos melhores resultados do país, gerando 5.080 empregos. 

Região
No mês de junho, das 22 cidades pesquisadas por O Jornal, 11 apresentaram resultados positivos na geração de empregos. Matão foi a cidade que liderou o movimento de geração de empregos na região no sexto mês de 2017, pois as contratações (4.558), superaram as demissões (-707), gerando um saldo de 3.851 contratações. Na sequência aparecem Bebedouro (2.457), Monte Azul Paulista (585), Itápolis (376), Pontal (81), Catanduva (65), Viradouro (39), Taquaritinga (32), Colina (26), Guaíra (18) e Pirangi (10).
Onze cidades da região apresentaram resultados negativos na geração de emprego no mês de junho: Severínia (-16), Morro Agudo (-49), Monte Alto (-52), Pitangueiras (-63), Olímpia (-75), Guariba (-108), São José do Rio Preto (-124), Barretos (-152), Jaboticabal (-222), Sertãozinho (-227) e Ribeirão Preto (-312).
No primeiro semestre de 2017, Bebedouro foi a cidade da região que mais gerou empregos (5.080), sendo seguida por Pontal (3.076), Matão (2.675), São José do Rio Preto (1.739),  Guaíra (1.625), Pitangueiras (1.100), Colina (609), Monte Azul Paulista (516), Catanduva (497), Olímpia (439),  Itápolis (416), Barretos (415), Monte Alto (364), Jaboticabal (298), Viradouro (283), Guariba (262), Taquaritinga (191), Morro Agudo (128), Ribeirão Preto (125), Pirangi (73) e Sertãozinho (6). 
Severínia, (-11), apresentou saldo negativo na geração de empregos no acumulado do primeiro semestre de 2017.

Brasil
Pelo terceiro mês consecutivo, o Brasil apresentou resultados positivos na geração de empregos. Em junho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na segunda-feira (17), pelo Ministério do Trabalho, o Brasil abriu 9.821 vagas formais de trabalho. Foi a primeira vez desde 2014 que um mês de junho registrou mais contratações do que demissões. No primeiro semestre deste ano, 67.358 mil vagas formais de trabalho foram geradas.
"Gostaríamos de estar comemorando números melhores do que esses. Mas a economia dá sinais de recuperação, e melhor que seja gradual e em patamares menores, do que venhamos a ter uma bolha e depois [queda]. Isso é uma sinalização de que a economia se estabelece de forma mais segura", avaliou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira ao Portal G1.
Nogueira avaliou, também, que ações do governo contribuíram para a geração de empregos no primeiro semestre, como a liberação de saques das contas inativas do FGTS, além do ajuste nas contas públicas e a reforma trabalhista. 
Segundo ele, a expectativa é de que o resultado final deste ano seja com mais contratações do que demissões. Ronaldo Nogueira, porém, não quis fazer uma estimativa. 
No primeiro semestre deste ano, de acordo com os dados do Caged, cinco setores da economia admitiram trabalhadores. O setor que mais contratou foi a Agricultura, com 117.013 vagas abertas. A Indústria contratou 27.775, o Serviços contratou 60.757 e a Administração Pública, 18.372 pessoas. O Comércio, a Construção Civil e a Indústria Extrativa, não seguiram a mesma tendência e apresentaram resultado negativo, respectivamente 123.238, 33.164 e 1.444 demissões. 
Houve registro de contratações em três das cinco regiões do país no primeiro semestre de 2017. A região Sudeste foi a que mais contratou: 67.414. A Centro-Oeste, contratou 62.025 e a Sul, outros 46.662. Nordeste e Norte, demitiram mais, respectivamente 96.330 e 12.413.


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