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Vereadores voltam do recesso nesta segunda-feira

07 de agosto
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Na pauta, votação do Plano Diretor, questionamentos sobre o Plimec do Alto da Boa Vista e sobre a construção de “terminal” de ônibus

Nesta segunda-feira (07), os vereadores voltam do recesso de julho. Conhecido por “férias dos vereadores”, na verdade o mês de julho não foi só de descanso, já que os vereadores foram convocados a trabalhar por 3 vezes, para votar projetos da Prefeitura. Na volta do recesso, os vereadores devem votar o Plano Diretor, que foi apresentado pela primeira vez pelo Executivo em novembro de 2016. Alvo de muitas discussões e de audiências públicas, o projeto voltou à casa de leis no mês de fevereiro e não foi votado. O Executivo o apresentou novamente em junho deste ano e deverá ser discutido nesta primeira sessão ordinária do segundo semestre.
Serão discutidos e votados sete requerimentos. O vereador Paulo Bola (PMDB) pede informações e documentos referentes à obra do Plimec no Alto da Boa Vista, que foi iniciada e nunca concluída. Depois de insistentes cobranças tanto do vereador quanto do O Jornal, que elaborou reportagens a respeito, a Prefeitura disse que daria continuidade à obra, mas até agora (para variar), nada. O outro questionamento é sobre a Tomada de Preços 07/2106 que licitou a construção de terminal de ônibus. “Terminal” que, diga-se de passagem, em nada se compara àqueles que vemos em diversas cidades, como a vizinha Barretos. 
A vereadora Mariangela Mussolini (PMDB) em seu requerimento solicita informações sobre o adestramento de cães da guarda-civil. O vereador Nasser (Rede) é autor de mais dois requerimentos. Em seu primeiro, ele pede informações sobre as condições da frota da garagem municipal. Já no segundo, solicita esclarecimentos acerca da implantação do gabinete de gestão integrada municipal.
Depois da “quente” última sessão extraordinária de julho, fica a dúvida de como se portarão os vereadores frente à projetos com pedido de urgência por parte da Prefeitura. O presidente da Casa, José Baptista de Carvalho Neto, o Chanel (SD), disse em alto e bom som que a Câmara não era órgão despachante da Prefeitura, sinalizando que pode fazer os projetos seguirem o rito natural da Casa quando a urgência não for justificada ou quando o projeto vier com erros, como os vereadores já apontaram diversas vezes. O segundo semestre promete.


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