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446 empregos foram gerados em julho em Bebedouro

21 de agosto
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Safra da laranja faz a cidade bater recordes de contratações, mas boa parte dos empregos foram gerados em outras cidades e registrados aqui
 
A boa da safra da laranja fez Bebedouro mais uma vez se destacar na geração de empregos, e depois dos 2.942 empregos gerados em maio e dos 2.457 alcançados em junho, a cidade gerou mais 446 empregos em julho.
Da mesma forma como nos meses de dezembro e janeiro nos destacamos no ranking nacional pelo volume de demissões, costumeiramente nos meses de maio e junho, Bebedouro se destaca pelo volume de admissões, o que faz a cidade se destacar na geração de empregos nessa época do ano.
É bom sempre lembrar que nos dois extremos a cidade já não sofre um impacto significativo, pois a maior parte das admissões ou demissões não são propriamente da cidade. Embora apareça nos registros do CAGED como Bebedouro por sediarmos alguns condomínios agrícolas, pessoas residentes em outras cidades empregadas na cultura da laranja ou aqui ou em outras localidades, são registradas aqui. Assim, no auge da safra, a cidade se destaca pelas contratações, mas infelizmente só uma parte é efetivamente daqui. No fim da safra, nos destacamos pelas demissões, mas mais uma vez, felizmente, só uma parte é daqui.
Em julho, Agropecuária (465), Serviços (19), Comércio (7), Indústria (2) e Serviço Utilidade Pública (1) fecharam o mês com saldo positivo na geração de empregos; enquanto a Construção Civil (-48), mais uma vez, apresentou resultado negativo.
Com o resultado de julho, Bebedouro consolidou ainda mais a condição da cidade da região que mais gerou empregos nos sete meses de 2017, gerando 5.554 empregos. A boa notícia fica restrita ao número, pois como destacamos, infelizmente a maioria desses empregos não foram gerados na cidade.
 
Cidades

No mês de julho, das 30 cidades pesquisadas por O Jornal, 18 apresentaram resultados positivos na geração de empregos. Ribeirão Preto foi a cidade que liderou o movimento de geração de empregos na região no sétimo mês de 2017, gerando um saldo de 926 contratações. Na sequência aparecem Matão (669), Bebedouro (446), São José do Rio Preto (411), Monte Alto (252), Monte Azul Paulista (239), Guaíra (153), Viradouro (151), Olímpia (127), Itápolis (96), Colina (51), Taquaritinga (24), Pontal (13), Pitangueiras (12), Taiaçu (5), Jaborandi (4), Vista Alegre do Alto (4) e Cajobi (2).
Doze cidades apresentaram resultados negativos na geração de emprego no mês de julho: Pirangi (-4), Taquaral 9-6), Colômbia (7), Taiuva (-8), Terra Roxa (-10), Severínia (-32), Guariba (-33), Jaboticabal (-44), Barretos (-103), Morro Agudo (-276), Catanduva (-310) e Sertãozinho (-650).
Nos sete meses 2017, das 30 cidades pesquisadas, Bebedouro, pelo segundo mês consecutivo,  foi a cidade que mais gerou empregos (5.554), sendo seguida por Matão (3.354), Pontal (3.089), Colômbia (2.258), São José do Rio Preto (2.098),  Vista Alegre do Alto (1.871), Guaíra (1.783), Pitangueiras (1.112), Ribeirão Preto (926), Monte Azul Paulista (755), Colina (660), Monte Alto (631), Olímpia (567),  Itápolis (517), Viradouro (434), Barretos (314), Jaboticabal (261), Guariba (228), Taquaritinga (216), Catanduva (186), Jaborandi (102), Terra Roxa (88), Cajobi (84), Pirangi (69),Taiúva (33),Taquaral (32) e Taiaçu (25). 
Severínia, (-43), Morro Agudo (-147) e Sertãozinho (-650) apresentaram saldo negativo na geração de empregos no acumulado dos sete meses de 2017.
 
Brasil
Pelo quarto mês consecutivo, o Brasil apresentou resultados positivos na geração de empregos. Em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, o Brasil abriu 35.900vagas formais. Foi a primeira vez desde 2014 que um mês de julho registrou mais contratações do que demissões. Nos primeiros sete meses de 2017, 103.258 vagas formais de trabalho foram criadas. No mesmo período do ano passado, foram demitidos 623.520 trabalhadores. 
Dos oito setores da economia pesquisados, cinco registraram saldo positivo, com a indústria de transformação puxando as contratações e outros três setores tiveram mais demissões. Indústria de transformação (+12.594), Comércio (+10.156), Serviços (+7.714), Agropecuária (+7.055) e Construção civil (+724) contrataram, enquanto Serviços industriais de utilidade pública (-1.125), Administração pública (-994) e Extrativa Mineral (-224), demitiram.
“Isso mostra que o país está no rumo certo e que o governo federal está tomando as medidas necessárias para colocar novamente o Brasil no rumo do crescimento econômico e da recuperação do emprego”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
A expectativa do ministro é de que, entre agosto e novembro, os números também sejam positivos na criação de empregos formais: "Estou acreditando que teremos números bem melhores em agosto. A construção, que estávamos há 33 meses com números negativos, registrou números positivos".

 


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